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Parcelar o que está em aberto recupera dinheiro que você já tinha perdido — se o acordo for desenhado para ser cumprido, e não para parecer bom no papel.
Dívida antiga não vale o que está escrito nela. Vale o que dá para receber. Por isso acordo quase sempre compensa: você troca um valor que não estava entrando por um menor que entra.
Fazer acordo no WhatsApp, de cabeça, sem registrar. Dois meses depois ninguém lembra o combinado, o cliente diz uma coisa, a sua equipe diz outra, e o que sobra é constrangimento dos dois lados.
O acordo precisa virar parcelas de verdade no seu controle, com vencimento e valor, entrando na mesma régua das outras. Se ele vive só na cabeça de quem negociou, ele não existe.
Perdoar juros e multa costuma ser suficiente para fechar, e não mexe no principal. Desconto no principal é decisão de dono, e precisa de um limite escrito — senão vira o preço que os clientes aprendem a esperar por atrasar.
Contratos, carnê, boleto com Pix e lembrete no WhatsApp, com baixa automática de quem pagou. Em 30 dias, se não resolver, você pede e devolvemos tudo que pagou.