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Trocar de sistema de cobrança é onde mais se erra em silêncio: parcela duplicada, cliente sumido, boleto que não bate. Um roteiro para atravessar.
Migração de cobrança tem uma característica ruim: quando dá errado, quem descobre é o cliente. Ele recebe dois boletos, ou nenhum, e a primeira notícia que você tem é a reclamação.
Carregue a carteira e CONFIRA antes de gerar qualquer cobrança. Sistema que mostra o que vai criar, linha por linha, antes de criar, é o que separa uma migração tranquila de um mês de conserto. Se o seu não mostra, faça na mão: carregue dez clientes, olhe, e só então carregue o resto.
Vire de mês, nunca no meio. E deixe o sistema antigo acessível por uns meses, sem gerar nada — você vai precisar dele para conferir alguma coisa, e sempre é mais cedo do que se espera.
Uma mensagem curta dizendo que o boleto vai chegar com outra cara, pelo mesmo canal e na mesma data, economiza dezenas de ligações. E protege contra o golpe de boleto falso, que costuma aparecer justamente quando os clientes estão esperando algo diferente.
Contratos, carnê, boleto com Pix e lembrete no WhatsApp, com baixa automática de quem pagou. Em 30 dias, se não resolver, você pede e devolvemos tudo que pagou.