· 5 min de leitura
A lista do que a máquina precisa saber sobre a sua empresa — e por que montar essa lista costuma melhorar o atendimento humano também.
A qualidade de um atendimento automático é quase inteiramente a qualidade do que você ensinou a ele. Não é o modelo que decide se a resposta está certa: é o que você escreveu sobre o seu negócio.
A boa notícia é que essa lista é curta e você já sabe tudo que está nela. A má é que quase nunca está escrita em lugar nenhum — mora na cabeça de duas ou três pessoas, e cada uma responde de um jeito.
As exceções. "Fazemos orçamento por foto, menos para serviço acima de X." "Atendemos sábado, mas só com agendamento." São essas respostas que separam um atendimento que resolve de um que precisa chamar alguém toda hora.
E as perguntas chatas: o que responder para quem pede desconto, para quem pergunta se funciona mesmo, para quem compara com o concorrente. Se você não escrever, a máquina inventa — e inventa bonito, que é pior.
Toda empresa que escreve essa lista descobre divergência entre as pessoas da equipe. Dois atendentes dando preços diferentes para o mesmo serviço, regras de agendamento que ninguém lembra igual. Isso já estava acontecendo com os clientes; a diferença é que agora está visível e dá para corrigir.
Comece pelas dez perguntas que mais chegam no seu WhatsApp neste mês. Elas cobrem a maior parte do movimento, e você as encontra em cinco minutos rolando as conversas.
Uma especialista digital responde seus clientes no WhatsApp com as regras da sua empresa. Em 30 dias, se não resolver, devolvemos tudo que você pagou.